sábado, 25 de dezembro de 2010

CONFRATERNIZAÇÃO DA ABAS-CE


CONVITE PARA CONFRATERNIZAÇÃO DE FINAL DE ANO.
LOCAL: CASA DO BERNI.DIA 30/12/1O.
RUA NOSSA SENHORA APARECIDA,230.
EUSÉBIO-CE (próximo ao Cantinho do Céu)
INÍCIO ÀS 10 HORAS,ALMOÇO ÀS 13:00 h
Informações pelo telefone 85-32181557.
Por motivo superior foi adiada a Confraternização da ABAS-CE.
PEÇO POR GENTILEZA DIVULGAR

MALUCO POR JESUS

MENSAGEM DE NATAL E ANO NOVO/ASSO

SIMPLESMENTE,FELIZ NATAL E 2011,DE ESPERANÇA,PAZ,SAÚDE,UNIÃO E MUITO DINHEIRO NO BOLSO,COM JESUS NO CORAÇÃO!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

SP lança primeiro ônibus a hidrogênio da ALSP lança primeiro ônibus a hidr

Reportagens


São Paulo, 16/12/2010
SP lança primeiro ônibus a hidrogênio da ALSP lança primeiro ônibus a hidrogênio da AL
Veículo fez viagem inaugural de 10 quilômetros nesta quinta partindo da capital paulista; outros três coletivos similares circularão em 2012



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da PrimaPagina
O primeiro ônibus totalmente verde da América Latina fez sua viagem inaugural nesta quinta-feira (16), em São Paulo. Movido a hidrogênio, o veículo realizou o trajeto de ida e volta entre os terminais Jabaquara, na zona sul da capital paulista, e Diadema, cidade da região metropolitana, em um total de dez quilômetros.

A concretização do projeto coloca o Brasil no seleto grupo de países que detém a tecnologia não poluente – além dele, produzem veículos alimentados por hidrogênio Canadá, Estados Unidos, Japão e Alemanha.

"O objetivo é que, em um futuro próximo, possamos ser plataforma de exportação dos componentes do ônibus. Além disso, estamos buscando nacionalizar todas as peças do veículo", explica o analista técnico do projeto, Marcos Lopes.

O veículo terá a mesma tarifa de um coletivo normal. O ônibus lançado nesta quinta é resultado de um trabalho de cinco anos que tem o apoio do PNUD e envolve ainda o Ministério de Minas e Energia, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) e o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

A previsão é de que no próximo ano sejam produzidos mais três ônibus, que entrarão em operação em 2012, também em São Paulo. Nesses veículos, apenas três componentes serão importados: as células de combustível; a bateria e a tração; e os tanques de combustível – que precisam ser maiores do que os atualmente fabricados no Brasil.

Ganho ambiental

A principal vantagem do ônibus movido a hidrogênio é ser um meio de transporte verde, que não libera poluentes – em São Paulo, o único outro exemplo são os trólebus (ônibus elétricos).

No lugar de dióxido de carbono e outros poluentes dos carros comuns, produz água. Além disso, proporciona o conforto de viagens com ar-condicionado, vidros escuros e bancos estofados, aos usuários e funcionários.

"Mas o ônibus a hidrogênio também é importante para a população, que ganha mais uma opção limpa, para o meio ambiente e para o desenvolvimento da indústria nacional", acrescenta Lopes.

O lançamento contou com a presença de autoridades do governo estadual, como o presidente da EMTU e secretário estadual de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella Pereira, além de representante de empresas como a Petrobras e a Tutto, de Caxias do Sul (RS).

Justiça sob escrutínio

Caderno da Cidadania

[

IMPRENSA & JUDICIÁRIO
Justiça sob escrutínio

Por Mauro Malin em 21/12/2010


A educação democrática da sociedade brasileira já provoca o questionamento da Justiça no país. Avaliação indispensável: como se sabe, a Justiça brasileira funciona mal e é perpetuadora, quando não promotora, de desigualdades sociais. A mídia deu uma contribuição tardia e até agora tímida para esse despertar da consciência, embora parte considerável de seu noticiário tenha relação com ações (e inações) da Justiça.

Compreende-se que quem enfrenta litígios nas diferentes instâncias do Judiciário tenha cautela ao examinar decisões de juízes e tribunais. Mas isso não isenta os veículos de comunicação da responsabilidade de ter uma visão crítica da Justiça ‒ embora respeitosa, como deveria ser em relação a qualquer cidadão ou instituição licitamente constituída. Essa visão deve dirigir-se em primeiro lugar, e sobretudo, aos escalões superiores da estrutura judiciária, porque é principalmente daí que emanam os bons e maus exemplos.

Nos últimos anos, a redoma que protege a cúpula do Judiciário foi rompida pela abertura de processo contra o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Paulo Medina, acusado, em 2007, de vender sentenças favoráveis a bingos e empresas que operavam caça-níqueis. Medina foi aposentado compulsoriamente em agosto de 2010, por decisão do Conselho Nacional de Justiça, e será julgado pelo Supremo Tribunal Federal.

Esse episódio, embora relevante e chocante, é lateral à questão central, que consiste em avaliar se as decisões da Justiça favorecem a proteção dos direitos e a democratização da sociedade, em harmonia com o que estabelecem a Constituição e a legislação infraconstitucional (nem uma nem outra acima de revisões).

Para cada sentença, muitas cabeças

Não se espera que haja uma só e bastante interpretação dos atos do Judiciário. Cabe à mídia refletir as diferentes posições vocalizadas, sempre que necessário traduzindo para a linguagem corrente o juridiquês, a fim de que os cidadãos formem sua própria opinião.

Elio Gaspari, em recente polêmica com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, citou episódios marcantes em que o STF se curvou aos interesses do Executivo. Em 1936, a negação de habeas corpus destinado a evitar que Olga Benário, grávida, fosse deportada para a Alemanha, onde seria assassinada. Em 1968, quando a Câmara, majoritariamente governista, recusou-se a dar licença para processar o deputado Mário Moreira Alves e a Corte (não todos os ministros) silenciou diante da decretação do AI-5, resposta do regime à insubmissão. E em 1974, quando partiu do STF a ordem para prender o deputado Francisco Pinto, que chamara Augusto Pinochet de "ditador".

Rui Barbosa defende revoltosos

Em 1943, para comemorar o vigésimo aniversário da morte de Rui Barbosa, João Mangabeira fez na Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, uma conferência, logo desdobrada numa série de artigos publicados no Diário Carioca e reunidos em livro sob o título Rui ‒ Um estadista da República (há uma edição feita pelo Senado em 1999). João Mangabeira, discípulo e correligionário de Rui, foi deputado federal várias vezes, entre 1909 e 1950, quando se candidatou à presidência da República pelo PSB, partido que ajudara a fundar, com, entre outros, Sérgio Buarque de Holanda. Foi senador em 1930, ministro das Minas e Energia em 1962 e ministro da Justiça em 1962-63. Na narrativa sobre a atuação de Rui Barbosa entre 1889 e 1923, conquanto apologética, filtram-se percepções lúcidas, cujo interesse para o leitor não desapareceu.

Ao comentar a negativa do STF aos pedidos de habeas corpus impetrados por Rui, em 1892 e 1893, em favor dos envolvidos na chamada Revolta da Armada, Mangabeira transcreve trecho da argumentação do advogado (e jornalista) no mais importante dos julgamentos então havidos. A fala de Rui termina assim: "E aqui está porque eu tremo, senhores, receando que o julgamento desta causa venha a ser o julgamento desta instituição". Só um dos 13 juízes, Piza e Almeida, votou pela concessão do remédio judicial. Em seguida, é Mangabeira quem condena:

"Mas, ante a eloquência daquela oração, o Tribunal não se comove; ao texto claro da Constituição os juízes não se dobram; ante o sofrimento ingente das vítimas não se inclinam os julgadores. [....] Não reconhecem a verdade. E um a um, submissos ao poder [do marechal Floriano Peixoto], os votos vão caindo dos lábios da Justiça profanada".

Desde o início da República, imprensa cortejou o STF

João Mangabeira faz, então, um comentário abrangente e expressivo:

"O órgão que, desde 1892 até 1937, mais falhou à República não foi o Congresso. Foi o Supremo Tribunal. Grandes culpas teve, sem dúvida, o primeiro. Teve, porém, dias de resistência, de que saiu vitorioso ou tombou golpeado. [....] Sem estabilidade, sujeitos trienalmente a eleição, eram os membros do Congresso uma espécie de plantas marítimas, flutuantes no dorso da vaga. O Supremo Tribunal, não! Fê-lo a Constituição o guarda de sua letra, de seu espírito e de sua honra. O árbitro do seu destino. Por isso mesmo o erigiu sobre a rocha da estabilidade e da inapelabilidade [destaques do autor].

Mangabeira menciona outros mecanismos de proteção do STF: juízes (então) vitalícios, inamovíveis e com vencimentos ‒ os mais altos do funcionalismo brasileiro ‒ irredutíveis. E conclui o raciocínio:

O Congresso, exposto, sempre, sem defesa, a todos os ataques da imprensa, ainda os mais violentos e caluniosos. O Supremo Tribunal, ao contrário, pela soma enorme de interesses, da liberdade e da propriedade, sobre que tinha de proferir, sem apelo, a última palavra, sempre poupado e cortejado. Era mesmo muito menos arriscado atacar o presidente, que, ao cabo do quatriênio, volveria à vida privada, quase sempre isolado e sem amigos, do que um ministro do Supremo Tribunal, garantido pela vitaliciedade, até o último dia da existência, com um voto irrecorrível".

Chamar as coisas pelos nomes

Tem raízes fundas, constata-se, a atitude às vezes timorata, às vezes complacente da imprensa em face do Judiciário, atitude que só recentemente, mais de vinte anos depois do início da redemocratização e quase vinte de promulgada a Constituição, começou a ser superada, num processo que não tem volta.

Chama a atenção, ao mesmo tempo, que entre o início da República e 1937, quando as liberdades foram truncadas no país pelo Estado Novo, tenha havido entre políticos tal independência e tal coragem de chamar as coisas pelos nomes, como fez Rui Barbosa, entre outras ocasiões, sob a ditadura de Floriano, o que o levou ao exílio.

Mangabeira falou em março de 1943, num momento em que o governo brasileiro já declarara (em agosto do ano anterior) guerra à Alemanha e à Itália, e após a capitulação de Von Paulus em Stalingrado (em 31 de janeiro), que fez a balança da guerra contra o nazismo se inclinar para os Aliados, mas quando ainda estava distante o fim da ditadura de Vargas.

Rui Barbosa e João Mangabeira não viam em ninguém, mesmo situado no topo do poder, autoridade maior que a deles para se sentir responsáveis pelos destinos do país. Isso lhes permitiu esgrimir contra o STF, e presidentes da República, a reprovação ou o apoio que julgaram merecidos. Exemplo de consciência independente e de visão ampla que pode ser inspiração e estímulo para políticos ‒ e jornalistas ‒ de hoje.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Exposição Guerra e Paz, de Portinari

O retorno de “Guerra" e "Paz”
20/12/2010

Agência FAPESP – Os painéis “Guerra” e “Paz”, de Candido Portinari, voltam ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde foram apresentados há 54 anos pela primeira e única vez no Brasil, antes de serem embarcados para os Estados Unidos.

As obras ficarão expostas no teatro entre os dias 22 e 30 de dezembro, com entrada franca. Em janeiro de 2011, seguirão para o Palácio Gustavo Capanema, também no Rio de Janeiro, onde serão submetidas a um processo de restauração em um ateliê aberto, que poderá ser acompanhado pelo público até maio de 2011.

Com a presença do presidente da República, a exposição será inaugurada no dia 21 de dezembro, para convidados. A partir do dia 22, a visitação estará aberta ao público em seis sessões diárias, no palco do Teatro Municipal, com duração de duas horas.

Durante a visitação, o público terá a oportunidade de assistir a um filme sobre Portinari e o processo de construção dos painéis, além de uma projeção com a seleção de 180 estudos preparatórios que o artista realizou durante a realização das obras. Em seguida, poderá ver, no palco do Teatro Municipal, os murais originais que medem, aproximadamente, 14 metros de altura por 10 metros de largura e pesam 2,8 toneladas.

Os painéis estiveram no Municipal em 1956, na primeira e única vez que o público brasileiro e o próprio pintor tiveram a oportunidade de vê-los, antes de seguirem para a sede das Organizações das Nações Unidas (ONU), em Nova York, como presente do governo brasileiro.

Na época, os EUA não permitiram a visita de Portinari à inauguração dos murais devido às ligações do artista com o Partido Comunista.

Com a realização de uma grande reforma no edifício sede das Nações Unidas entre 2010 a 2013, o Projeto Portinari, que cuida do legado do artista, conseguiu a guarda dos painéis até 2013 para restaurá-la e promover sua exposição no Brasil.

“O sentimento solidário, de revolta e denúncia contra a violência e as injustiças, é uma das características fundamentais das obras de Portinari. Esse foco na exclusão é sintetizado nos monumentais painéis Guerra e Paz, onde o excluído é toda a espécie humana, submetida ao flagelo da guerra e excluída da paz”, disse o filho do artista, fundador e diretor do www.portinari.org.br/ Projeto Portinari, João Candido Portinari, em www.agencia.fapesp.br/materia/12986/entrevistas/portinari-na-internet-e-para-todos.htm entrevista à Agência Faspep.

Após a restauração e a exibição dos painéis no Rio de Janeiro, o Projeto Portinari planeja uma exposição em São Paulo, para meados de julho de 2011, que será o ponto de partida para uma série de exposições pelo Brasil e no exterior, ainda em fase de planejamento. Em agosto de 2013, as obras voltarão à ONU.

Os painéis também ilustram o b>www.fapesp.br/publicacoes/relat2009.pdfRelatório de Atividades FAPESP 2009 e integraram uma b> http://www.agencia.fapesp.br/materia/12937/especiais/exposicao-traz-25-momentos-de-portinari.htmexposição com reproduções de 25 obras de Portinari realizada de 20 de outubro a 30 de novembro de 2010 na sede da Fundação, em São Paulo.

: Exposição Guerra e Paz, de Portinari

Theatro Municipal do RiServiçoo de Janeiro
Dias 22, 23, 26, 27, 28, 29 e 30 de dezembro de 2010
Sessões: 10h, 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
Entrada franca

Ateliê aberto
Palácio Gustavo de Capanema
De 1 de fevereiro a 20 de maio de 2011
Horário: 3ª a 6ª das 10 às 17h
Entrada franca

Agendamento de grupos escolares
A partir de 17 de janeiro de 2011
Tel (21) 8337-1732
e-mail: educativo@portinari.org.br

Novo radar permite detectar temporais com maior rapidez Da Agência Brasil Rio de Janeiro - Entra hoje (20) em operação o novo radar meteorológico im

20/12/2010
Novo radar permite detectar temporais com maior rapidez

Da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Entra hoje (20) em operação o novo radar meteorológico importado dos Estados Unidos pela prefeitura do Rio para auxiliar na preparação da cidade para as chuvas de verão. Os aparelhos de medição já foram instalados no alto do Sumaré.

O radar da prefeitura pode monitorar a formação de temporais entre 700 e 800 metros de altitude. O equipamento tem um raio de alcance de 250 quilômetros, o que permite identificar a possibilidade de tempestade quando ela ainda estiver em outros estados.

Edição: Graça Adjuto