sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PNAD 2008 - Tabagismo.Veja a pesquisa

PNAD 2008 - Tabagismo.Veja a pesquisa
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Loja VirtualPesquisa nacional por amostra de domicílios 2008- Tabagismo


17,2% dos brasileiros fumam; 52,1% deles pensam em parar



Cerca de 24,6 milhões de brasileiros de 15 anos ou mais de idade fumavam derivados de tabaco em 2008, o que correspondia a 17,2% da população nessa faixa etária. Os percentuais de fumantes eram maiores entre os homens (21,6%), entre as pessoas de 45 a 64 anos de idade (22,7%), entre os moradores da região Sul do país (19,0%), os que viviam na área rural (20,4%), os menos escolarizados (25,0% entre os sem instrução ou com menos de um ano de estudo) e os de menor rendimento domiciliar per capita (19,9% entre os sem rendimento ou com menos de ¼ de salário mínimo). A maior parte deles começou a fumar com 17 a 19 anos de idade, e, dentre os que fumavam diariamente, o mais comum era consumir por dia de 15 a 24 cigarros, sendo o primeiro fumado entre 6 e 30 minutos após acordar. Um fator que impactava na idade de começar a fumar era a escolaridade.

Por outro lado, a quase totalidade dos fumantes (93,0%) afirmava saber que o cigarro pode causar doenças graves, e um pouco mais da metade deles (52,1%) disse que pensava ou planejava parar de fumar, sendo que 65,0% dos fumantes informaram que as advertências nos rótulos dos cigarros fizeram pensar em parar de fumar.

Esses são alguns destaques da Pesquisa Especial de Tabagismo (Petab), que traça um panorama inédito e detalhado do uso de produtos derivados de tabaco no Brasil, entre as pessoas de 15 anos ou mais de idade, com informações para o país, as grandes regiões e as unidades da federação. A Petab foi realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, com a atuação técnica do Instituto Nacional de Câncer (Inca), e aplicada a uma subamostra (cerca de 51 mil domicílios) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008. A pesquisa seguiu o modelo da GATS (Global Adult Tobacco Survey), que está sendo realizada também em outros 13 países1, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). O projeto internacional envolve também a Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health (EUA) e tem financiamento da Bloomberg Philantropies.

A seguir, as principais informações da Petab 2008.

No Brasil, em 2008, 17,5% da população de 15 anos ou mais de idade eram usuários de produtos derivados de tabaco (fumado ou não)2, o que correspondia a 25 milhões de pessoas. Regionalmente, o maior percentual de usuários estava no Sul (19,0%) e os menores no Sudeste e Centro-Oeste (16,9% em cada um). Em todas as regiões, o percentual de homens usuários era maior que o de mulheres.

Os usuários de tabaco não fumado eram 0,4% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, percentual maior entre os homens (0,6%) e na região Nordeste (0,9%).

Assim, 17,2% da população na faixa de idade investigada (24,6 milhões de pessoas) consumiam tabaco fumado, ou seja, eram fumantes de tabaco, sendo 14,8 milhões homens (21,6% do total de 15 anos ou mais de idade) e 9,8 milhões mulheres (13,1% do total nesse grupo etário).

Dos fumantes, apenas cerca de 3 milhões (equivalentes a 12,2% do contingente de fumantes e a 2,1% do total da população de 15 anos ou mais de idade) fumavam ocasionalmente.

Entre os não fumantes (118,4 milhões de pessoas ou 82,8% da população de 15 anos ou mais de idade), 78,1% (64,7% da população de 15 anos ou mais de idade, o equivalente a 92,5 milhões de pessoas) nunca haviam fumado, percentual que era maior entre as mulheres (71,7% do total das mulheres de 15 anos ou mais) do que entre os homens (57,0%).

Já os ex-fumantes (26 milhões de pessoas) eram 18,2% da população de 15 anos ou mais de idade e 22,0% dos não fumantes, em 2008.

Maiores percentuais de fumantes estão entre os homens, na região Sul, na área rural, entre os menos escolarizados e os de menor rendimento domiciliar per capita

A região Sul tinha, em 2008, o maior percentual de fumantes de tabaco (19,0%), sendo os menores percentuais verificados no Centro-Oeste (16,6%) e Sudeste (16,7%). Entre os homens, os maiores percentuais de fumantes estavam no Nordeste (22,9% ou 4,2 milhões de pessoas) e no Sul (22,5% ou 2,3 milhões); já entre as mulheres, eles foram verificados no Sul (15,9%) e Sudeste (13,3%).

Entre as unidades da federação (UF), os maiores percentuais de fumantes de tabaco na população de 15 anos ou mais estavam no Acre (22,1%), Rio Grande do Sul (20,7%) e Paraíba (20,2%), enquanto os menores estavam no Amazonas (13,9%), no Distrito Federal (13,4%) e em Sergipe (13,1%).



O percentual de fumantes de tabaco era maior na zona rural (20,4% ou 4,4 milhões de pessoas) que na urbana (16,6% ou 20,1 milhões de pessoas). O maior percentual de fumantes estava entre as pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo (25,7% do total desse grupo). No outro extremo, das pessoas que tinham 11 anos ou mais de estudo, 11,9% fumavam – comportamento que se repetia em todas as regiões do país. O percentual de fumantes também era maior entre os que se declararam pretos ou pardos (19,0%) do que entre os brancos (15,3%), o que também se verificava regionalmente.

O grupo etário de 45 a 64 anos tinha a maior concentração de fumantes (22,7% das pessoas nessa faixa), fato que se verificava em todas as regiões do país.

Foi possível observar ainda, sobretudo nas regiões Sul e Nordeste, que, quanto maior o rendimento domiciliar per capita, menor a proporção de fumantes, conforme tabela a seguir.



Escolaridade é fator que impacta na idade de começar a fumar

Dos 24,6 milhões de fumantes de tabaco, 21,5 milhões (87,4%) fumavam todos os dias, o que correspondia a 15,1% das pessoas de 15 anos ou mais de idade. Entre os homens dessa faixa etária, 18,9% eram fumantes diários e 2,7% ocasionais, percentuais que eram de, respectivamente, 11,5% e 1,6% entre as mulheres. Mais uma vez, a região Sul apresentava os maiores percentuais de fumantes diários, tanto na população total (17,3%), quanto entre os homens (20,5%) e mulheres (14,3%).

A maior proporção de fumantes ou ex-fumantes diários com 20 a 34 anos de idade iniciou o hábito de fumar na faixa etária dos 17 a 19 anos (31,9%), situação que se verificava entre os homens (34,1%), mulheres (28,7%), na zona urbana (32,3%) e rural (29,8%) e em quase todas as regiões, exceto no Nordeste, onde a distribuição por faixa etária era mais homogênea: menos de 15 anos (23,7%); 15 e 16 anos (27,5%); 17 a 19 anos (27,3%); 20 anos e mais (21,5%).

A escolaridade é um fator que impacta na idade de começar a fumar: entre as pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo, a proporção dos que começaram a fumar antes dos 15 anos de idade chega a 40,8%.



17,1% das pessoas de 15 anos ou mais de idade fumam cigarros; 85,4% delas diariamente

Os cigarros3 são o principal produto consumido pelos usuários de derivados do tabaco: os fumantes de cigarro somavam, em 2008, 24,4 milhões de pessoas, 99,5% do total de usuários de tabaco fumado. Os fumantes de cigarro representavam 17,1% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, 21,5% dos homens e 13,0% das mulheres nessa faixa etária.

Dos 24,4 milhões de fumantes de cigarro, 85,6% (14,6% do total da população de 15 anos ou mais de idade, ou 20,9 milhões de pessoas) fumavam diariamente. Regionalmente, mais uma vez o destaque ficou com o Sul, onde 16,8% das pessoas de 15 anos ou mais de idade fumavam cigarro diariamente. Os menores percentuais ficaram nas regiões Norte (13,1%) e Nordeste (13,8%). Entre as unidades da federação, o Rio Grande do Sul (18,4%) apresentava a maior incidência de fumantes diários de cigarros, enquanto o Amapá (8,2%) tinha a menor percentagem.

Maior parcela dos fumantes diários consome entre 15 e 24 cigarros por dia

A maior parcela dos fumantes diários de cigarro (33,9%) fumava entre 15 e 24 cigarros por dia (35,6% entre os homens e 31,2% entre as mulheres). Na zona urbana, esse percentual chegou a 36,1%.

O percentual de fumantes que consumiam de 15 a 24 cigarros por dia era menor que a média nacional nas regiões Norte (26,5%) e Nordeste (24,6%), e maior no Centro-Oeste (34,3%), Sudeste (37,7%) e Sul (40,1%). Por outro lado, as regiões Norte (20,9%) e Nordeste (20,6%) ficavam acima da média nacional (16,3%) no que diz respeito ao fumo diário de menos de cinco cigarros, enquanto as regiões Sudeste (15,3%), Centro-Oeste (13,8%) e Sul (11,8%) estavam abaixo da média.

O mais comum era que os fumantes diários de cigarro levassem de 6 a 30 minutos após acordar para fumar o primeiro cigarro (39,3%). A proporção dos que fumavam em até cinco minutos após acordar era de 21,0%, enquanto, no outro extremo, 25,6% dos fumantes demoravam mais de 61 minutos para fumar depois que acordavam.

Os ex-fumantes diários de derivados de tabaco eram 14,1% da população de 15 anos ou mais de idade, em 2008, ou 20,1 milhões de pessoas (17,2% entre os homens e 11,2% entre as mulheres).

Entre os que pararam de fumar, predominam aqueles que deixaram o hábito há dez ou mais anos (57,3%) – situação que se verifica na divisão por sexo (60,1% dos homens e 53,3% das mulheres) e por situação de moradia rural (53,6%) e urbana (58,0%).

Dentre os que fumavam ou pararam de fumar nos últimos 12 meses (26,6 milhões de pessoas), 45,6% haviam tentado parar de fumar nesse mesmo período (43,0% entre os homens e 49,5% entre as mulheres). Nesse grupo dos que tentaram parar de fumar, 6,7% usaram medicamentos e 15,2% foram aconselhados por profissionais.

Mais da metade dos fumantes diz que planeja parar, mas só 7,3% no curto prazo

Dos fumantes de qualquer derivado de tabaco (24,6 milhões de pessoas), 52,1% afirmaram planejar ou pensar em parar de fumar (49,2% entre os homens e 57,1% entre as mulheres). Os percentuais de fumantes que pensavam em parar de fumar eram maiores no Distrito Federal (62,2%), Tocantins (61,3%) e na Bahia (61,1%) e menores no Amazonas (35,3%) e Rondônia (38,2%).



Pouco mais de um em cada três fumantes (33,5%) mencionou a intenção de parar algum dia, mas não nos 12 meses seguintes à entrevista; 11,4% disseram pensar em parar nos 12 meses seguintes; e apenas 7,3% manifestaram a intenção de parar de fumar no mês seguinte à pesquisa (set.08). Esse comportamento se verificava em todas as regiões.

Por outro lado, 57,1% dos fumantes brasileiros foram advertidos a parar de fumar (55,7% entre os homens e 58,5% entre as mulheres), sendo que as advertências foram mais frequentes no Sudeste (59,5%) e Sul (59,3%) e menos comuns na região Norte (49,9%).

Exposição à fumaça produzida por fumantes era mais comum em casa

O local mais apontado de exposição à fumaça produzida pelo consumo de tabaco por terceiros era a própria casa, por 27,9% do total de 15 anos ou mais de idade – percentual que chegava a 33,0% no Nordeste. A exposição no trabalho era relatada, em 2008, por 24,4% das pessoas de 15 anos ou mais de idade que trabalhavam fora (11,6 milhões em números absolutos) – chegando a 26,0% no Sudeste. Já em restaurantes, o percentual alcançou 9,9% - indo a 12,3% no Sudeste.

Fumantes da região Sul gastavam, em média, quase R$ 100 por mês com cigarros

Os bares, botequins e restaurantes eram os locais mais utilizados para compra de cigarros industrializados no Brasil, citados por 53,8% dos fumantes. Também foram citados com frequência os supermercados, mercadinhos e mercearias (21,7%) e as padarias e lanchonetes (14,8%).

Em média, os fumantes de cigarros industrializados gastavam R$ 78,43 por mês com cigarros. Os homens (R$ 89,27) gastavam mais que as mulheres (R$ 62,80). Regionalmente, os menores valores foram informados no Norte (R$ 59,97) e Nordeste (R$ 59,14), e o maior, no Sul (R$ 98,99). O Sudeste teve gasto médio de R$ 78,39 por mês, e o Centro-Oeste, de R$ 93,42.

As propagandas de cigarro em pontos de venda eram percebidas por 31,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 38,2% entre os fumantes e 29,9% entre os não fumantes. Regionalmente, esse tipo de propaganda era menos percebido no Norte do país (por 18,0% das pessoas de 15 anos ou mais); enquanto no Sudeste ele atingia 35,2% e no Sul, 35,4%.

Propagandas em locais diferentes dos pontos de venda ou em eventos esportivos foram observadas por 21,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 20,1% entre os fumantes e 21,5% entre os não fumantes.

Por outro lado, campanhas contra o fumo veiculadas em televisão ou rádio foram percebidas por 67,0% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, proporção que foi de 67,7% entre os fumantes e de 66,9% entre os não fumantes.

65,0% pensaram em parar de fumar por causa das advertências nos maços de cigarro

Mais da metade dos fumantes (65,0%) disseram que pensaram em parar de fumar por causa dos rótulos de advertência nos maços de cigarro (63,5% entre os homens e 67,2% entre as mulheres). Os rótulos causaram menos impacto na região Norte (59,6% dos fumantes pensaram em parar) e mais impacto no Sudeste (66,7%) e Centro-Oeste (66,1%). O impacto dos rótulos foi maior em Roraima (91,7% pensaram em parar de fumar), Rondônia (75,0%) e Distrito Federal (74,7%) e menor no Amazonas (50,2%), em Alagoas (45,8%) e no Acre (45,2%).



93,0% dos fumantes sabem que cigarro pode causar doenças graves

Fumar causa sérias doenças. É o que afirmaram acreditar 96,1% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, percentual que chega a 93,0% entre os fumantes e a 96,7% entre os não fumantes. A percepção apontada com mais frequência é a de que o tabaco causa câncer de pulmão (94,7% do total de pessoas investigadas, 90,6% dos fumantes e 95,6% dos não fumantes). Os riscos associados a derrames foram os menos citados (por 73,1% da população de 15 anos ou mais), chegando, ainda assim, a frequências de 70,1% entre os fumantes e 73,7% entre os não fumantes.

________________________

1 Além do Brasil, Bangladesh, China, Filipinas, Índia, México, Egito, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia, Ucrânia, Uruguai e Vietnã. Os dados da Tailândia já foram divulgados e podem ser acessados no http://www.cdc.gov/tobacco/global/gats/countries/sear/fact_sheets/thailand/index.htm.

2 Produtos de tabaco fumado (que emitem fumaça): cigarro industrializado; cigarro de palha ou enrolado à mão; cigarro de Bali ou cravo; bidis/ indianos; charuto ou cigarrilha; cachimbo ou narguilé. Produtos de tabaco não fumado (que não emitem fumaça): rapé; fumo de mascar e snus ou snuffs.

3 Produto do tabaco enrolado e que emite fumaça. São considerados nessa categoria cigarro industrializado, cigarro de Bali/ cravo e cigarro de palha ou enrolado à mão.


Comunicação Social
27 de novembro de 2009

Paz Pela Paz-Nando Cordel

Paz Pela Paz
Nando Cordel
Composição: Nando Cordel
A paz do mundo
Começa em mim
Se eu tenho amor,
Com certeza sou feliz
Se eu faço o bem ao meu irmão,
Tenho a grandeza dentro do meu coração
Chegou a hora da gente construir a paz
Ninguém suporta mais o desamor

Paz pela paz - pela criança
Paz pela paz - pela floresta
Paz pela paz - pela coragem de mudar.
Paz pela paz - pela justiça
Paz pela paz - a liberdade
Paz pela paz - pela beleza de te amar.

(repetir a 1ª estrofe)

Paz pela paz - pro mundo novo
Paz pela paz - a esperança
Paz pela paz - pela coragem de mudar.
Paz pela paz - pela justiça
Paz pela paz - a liberdade
Paz pela paz - pela beleza de te amar.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Currículo Lattes ganha nova versão

Notícias
Currículo Lattes ganha nova versão
26/11/2009

Agência FAPESP – O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou uma nova versão do Currículo Lattes, com um conjunto de novas funcionalidades e maior capacidade de cruzamento de dados. A Plataforma Lattes completou em novembro 10 anos de existência.

Acordos com a empresa Thomson&Reuters – responsável pela base de dados internacional Web of Science – e com a Receita Federal do Brasil foram firmados para que a nova versão do Currículo Lattes permitisse a importação e certificação de dados presentes nessas bases, aprimorando a qualidade das informações.

A nova versão inclui também a Rede de Colaboração, na qual é possível visualizar graficamente toda a rede de pesquisadores que trabalharam como coautores na produção de artigos científicos citados em seus Currículo Lattes.

O CNPq informou que realizará sistematicamente, a partir de agora, alterações no layout e na navegabilidade do currículo, além de implementos de apoio ao usuário e modificações técnicas.

Graças ao acordo com a Receita Federal, segundo informações do CNPq, os dados dos pesquisadores inscritos na base Lattes – como CPF, data de nascimento e filiação – serão conferidos e certificados, impedindo a introdução de currículos fantasmas e evitando fraudes. A conferência será feita no ato da criação de novos currículos.

As citações dos artigos publicados em revistas indexadas no Web of Science poderão ser consultadas diretamente por meio dos currículos, quando estiverem registradas com o Digital Object Identifier (DOI). O sistema permitirá ainda a recuperação das citações dos artigos registrados no Lattes.

A Web of Science é, atualmente, a principal base de dados de citações científicas do mundo, cobrindo mais de 10 mil periódicos de alto impacto, desde o ano de 1945, em todas as áreas do conhecimento. A base registra, semanalmente, um volume de cerca de 19 mil novos artigos científicos e 423 mil novas citações.

Criada em 1999, a Plataforma Lattes contém, atualmente, mais de 1,5 milhão de currículos. Desse total, 120 mil, ou 8%, são currículos de pessoas com doutorado. Estão disponíveis informações relativas à educação formal, experiência profissional, áreas de pesquisa, projetos e linhas de pesquisa, artigos em periódicos, livros e capítulos publicados, produtos e patentes, produções artísticas e culturais, entre outras.

Mais informações: www.cnpq.br

MENSAGEM DE NATAL-ROUPA NOVA

NATAL TODO DIA -ROUPA NOVA.

UM CLIMA DE SONHO SE ESPALHA NO AR,
PESSOAS SE OLHAM COM O BRILHO NO OLHAR,
A GENTE JÁ SENTE CHEGANDO O NATAL,
É TEMPO DE AMOR,TODO MUNDO É IGUAL.

OS VELHOS AMIGOS IRÃO SE ABRAÇAR,
OS DESCONHECIDOS IRÃO SE FALAR,
E QUEM FOR CRIANÇA VAI OLHAR PRO CÉU
FAZENDO PEDIDO PRO VELHO NOEL

SE A GENTE É CAPAZ DE ESPALHAR ALEGRIA,
SE A GENTE É CAPAZ DE TODA ESSA MAGIA,
EU TENHO CERTEZA QUE A GENTE PODIA
FAZER COM QUE FOSSE NATAL TODO DIA!

UM JEITO MAIS MANSO DE SER E FALAR,
MAIS CALMA,MAIS TEMPO PRA GENTE SE DAR,
ME DIZ PORQUE SÓ NO NATAL É ASSIM?
QUE BOM SE ELE NUNCA TIVESSE MAIS FIM!

QUE O NATAL COMECE NO SEU CORAÇÃO,
QUE SEJA PRA TODOS,SEM DISTINÇÃO.

UM GESTO,UM SORRISO,UM ABRAÇO,O QUE FOR,
O MELHOR PRESENTE É SEMPRE O AMOR.

Uma mensagem a todos os membros de Banco do Planeta

Uma mensagem a todos os membros de Banco do Planeta

Água é essencial para a vida. Através de um ciclo vivo e constante, ela é consumida e depois purificada, ao evaporar, chover, correr por rios, atravessar e se filtrar nos solos. Se usada com equilíbrio e cuidado, estará sempre disponível.



Não pode é ser contaminada com produtos químicos, óleos ou matéria orgânica em excesso - perdendo o nível de oxigênio necessário para o equilíbrio dos ecossistemas que a purificam. Isto interrompe todo a trabalho que a Natureza tem para renová-la e armazená-la em rios, lagos e reservas subterrâneas, de onde serve à vida novamente.



Os seres humanos perderam a conexão com o ciclo das águas. E estão reaprendendo a enxergar seu ritmo e a respeitá-lo. Para isso surgiram inciativas como o programa "Cultivando Água Boa" de Itaipu.



Conhece?

Saiba mais em Banco do Planeta.


Visite Banco do Planeta em: http://www.bancodoplaneta.com.br/?xg_source=msg_mes_network

Projeto Tradings elevará exportações de pequenas empresas

Projeto Tradings elevará exportações de pequenas empresas
A Apex-Brasil vem buscando novas estratégias para promover o aumento das exportações brasileiras. Uma dessas alternativas – o Projeto Tradings – se concretiza a partir de agora e envolve as comerciais exportadoras (ou tradings), pequenas e médias empresas e compradores internacionais. A meta estabelecida é aumentar em 10%, em 2010, o número de micro e pequenas empresas exportadoras em relação a 2008. Nesse ano, elas foram 11.120 empresas, responsáveis por 1,2% das vendas brasileiras no período (US$ 2,37 bilhões).

No Brasil, 28% das empresas exportadoras são tradings (5.670 pelos dados de 2008). No ano passado, elas foram responsáveis por US$ 21 bilhões em exportações. O Projeto, no entanto, foca suas ações em um número menor de tradings, cujo perfil atende às metas estabelecidas.

A Agência lançou, no início do ano, um banco de dados na Internet (dtb.apexbrasil.com.br/ ), de acesso gratuito, que hoje abrange 538 tradings operando no país, selecionadas pela Apex-Brasil. Todas estão envolvidas nas ações de promoção da Apex-Brasil, junto às pequenas empresas brasileiras por meio de encontros de negócios no Brasil, e no exterior, por meio de missões comerciais e reuniões com grandes importadores. O Diretório das Tradings do Brasil é um catálogo eletrônico, que classifica as tradings conforme o seu perfil de produtos, país de destino, faixa de valores e localização geográfica.

“A idéia de envolver as tradings nas ações de promoção comercial surgiu em 2008, quando iniciamos o trabalho de mapeamento e análise histórica do setor, seguido pelo levantamento dos principais gargalos e sugestões que viabilizassem uma atuação mais arrojada do setor, propondo soluções para os principais entraves”, explica o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira.

Diagnóstico e Proposições

Com o intuito de aprofundar o conhecimento sobre as tradings e propor soluções para as dificuldades enfrentadas pelo setor, a Apex-Brasil contratou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que realizou uma análise histórica, levantou obtáculos e indicou sugestões para a dinamização do setor.

Um dos problemas levantados é a baixa procura pelos serviços de tradings, devido ao pouco conhecimento das pequenas e micro empresas. Há carência na divulgação de dados que, adequadamente, as apresente como facilitadoras do comércio internacional.


As tradings criticam o elevado número de garantias exigidas para as linhas de financiamento nas operações internacionais. Outro ponto delicado refere-se ao fato de que a maioria das micro e pequenas indústrias não percebem a exportação como estratégia para o aumento de negócios. Consequentemente, iniciam e interrompem o fluxo de contratos com as tradings, dificultando a formação de parcerias duradouras.

Desde os anos 80, o setor deixou de ser monitorado e avaliado por falta de uma organização ativa. Ao não constituir uma voz representativa, as tradings se deparam com obstáculos para pleitear suas necessidades junto ao poder público.

Para solucionar parte dos problemas, a Apex-Brasil prepara um programa de capacitação que irá munir as tradings com novas competências. A meta é aprimorar o relacionamento entre elas e seus fornecedores (fabricantes brasileiros). Também já está em discussão uma proposta envolvendo BNDES, Banco do Brasil e Apex-Brasil para melhor utilização das linhas de crédito para o setor.

Há ainda um consenso para que a Apex-Brasil apóie, institucional e tecnicamente, a formação de grupos que estruturem uma nova entidade representativa do setor.

Ações para 2010

Março – Projeto Comprador África em São Paulo (importadores de países africanos virão ao Brasil participar de Rodadas de Negócios com tradings brasileiras).


Maio – Projeto Vendedor no Oriente Médio (Rodada Internacional de Negócios em Dubai –Emirados Árabes – com importadores da região).


Agosto – Projeto Vendedor Eurásia (Rodada Internacional de Negócios em Istambul – Turquia – com importadores da região).


Outubro – Projeto Vendedor Sudeste Asiático (Rodada Internacional de Negócios em Xangai – China – com importadores da região).

Fonte: Apex-Brasil - 26/11/09

Porto do Pecém vai escoar minério do Piauí em 2012

Porto do Pecém vai escoar minério do Piauí em 2012

É escoando a produção de minério de ferro por um porto cearense que o vizinho Piauí vai se tornar um dos gigantes da mineração do Brasil e do mundo. Isso de acordo com investimentos feitos pela empresa brasileira de mineração Global Mining Exploration, ou GME4.

Segundo o geólogo João Carlos Cavalcanti, um dos sócios da GME4, o projeto do Piauí está em fase final, sendo que a exportação deve acorrer a partir de 2012. "O minério do Piauí vai escoar pelo Porto do Pecém. Isso é uma realidade. O projeto está bem avançado, estamos calculando reservas, vendo convênios e em 2012 a mina já deve estar operando``, afirmou Cavalcanti, ontem, antes de ministrar palestra sobre empreendedorismo e geologia durante a abertura do GeoCeará 2009, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).

Pelos cálculos do empresário, a exploração de minério de ferro vai proporcionar o importante impacto na economia piauiense, estimada em 20% do Produto Interni Bruto (PIB).

Ceará


Cavalcanti destacou o potencial geológico do Ceará para a exploração de metais básicos, como cobre, níquel e platina, e para as chamadas ``terras raras``, com capacidade para a exploração de metais utilizados pela indústria automobilística e, portanto, de grande demanda mundial.

O empresário afirmou que existem estudos de interesse da GME4 para prospecção e exploração de cobre na região norte do Ceará. "Mas parece que não existe vontade política por parte do Governo do Estado", disse Cavalcanti complementando que o interesse está "em fase embrionária", precisando de mais estudos no local.

Para Cavalcanti, falta ao Estado uma política voltada para a prospecção e exploração de metais. "Existem realmente um potencial para exploração de minério no Ceará, mas tem que haver vontade política, como aconteceu na Bahia, que hoje tem muitas empresas internacionais buscando áreas para pesquisar", disse.

O geólogo explicou que para que empresas internacionais tenham interesse em investir no Ceará é necessário que antes haja uma base já estruturada. ``O Governo do Ceará ainda não acordou para isso``, finalizou Cavalcanti lembrando que o Ceará já teria vantagens na exploração de minérios por ter um bom porto e não ser tão extenso.


E MAIS

MINÉRIOS

- O geólogo e empresário João Carlos Cavalcanti cita como exemplo países como o Canadá, que investe US$ 2 bilhões na exploração de minérios, e a Austrália, com investimentos de US$ 1,5 bilhão. O Brasil, segundo Cavalcanti, investe US$ 300 milhões.

- Cavalcante avalia que existe um amplo potencial de minérios a ser explorado no País, sendo que apenas 14% do território brasileiro está estudado em uma escala geológica precisa.

Fonte: O Povo - 26/11/09