Bombas Leão tem o prazer de convida-los para assitir a palestra técnico ministrada pelo nosso Geologo Carlos Trimer que acontecerá dia 23/06/2009 no auditorio da SOHIDRA localizada na Rua Adoaldo Batista, 1.550 - Bairro Cambeba (proximo ao Centro Administrativo). Segue abaixo o programa das Palestras :Poços Tubulares Profundos , Dimensionamento , Instalação e Operação de Bombas Submersas.Topicos :1-Agua Subterrânea : Histórico e ocorrência 2 -Aquiferos: Conceitos e tipos 3- Noções sobre hidrogeologia 4- Poços tubulares profundos : definições e tipos 5-Bombas submersas : aspectos construtivos 6- Dimensionamento de bombas submersas 7-Cuidados na instalação e operação 8-Outras aplicações de bombas submersas Dia: 23/06/2009Horas: das 13:00 as 18:00 horas Favor confirmar sua presença até dia 18/06/09 pelo fone 85.3478.5323 com Patricia ou por esse e-mail Ficaremos muito honrados com sua participação Obrigado. Valdir e SantoBombas Leão
P A R T I C I P E !
Blog da Associação dos Servidores da SOHIDRA - ASSO, destinado à troca de informações com nossos colegas, colaboradores e população em geral.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Curso sobre GêBR
Prezado(a) Sócio(a),Segue divulgação do Curso sobre GêBR que será realizado no Auditório do Observatório Nacional.Atenciosamente,SBGf / DiretoriaCaros colegas,De 1º a 3 de julho de 2009 será realizado no Auditório do Observatório Nacional um curso sobre GêBR ministrado pelos professores Dr. Ricardo Biloti e Dr. Luis Alberto D'Afonseca. O curso será ministrado nesses três dias nos horários das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00.O GêBR é uma interface de processamento baseada em tecnologia de código aberto, destinada à construção e execução de fluxos de processamento. No curso será apresentada a aplicação do GêBR na construção e execução de fluxo de processamento sísmico utilizando a plataforma SU.Outras informações em http://www.on.br/gebr2009/
JOSÉ SARNEY À DERIVAColunista da Folha em apuros
JOSÉ SARNEY À DERIVAColunista da Folha em apuros
Por Alberto Dines em 16/6/2009
Não são poucos os jornalistas que se sentirão aliviados no dia em que a Folha de S.Paulo anunciar que José Sarney, seu colaborador das sextas-feiras, licenciou-se, aposentou-se ou ganhou o Nobel de Literatura e, por isso, deixará o jornal.
O vexame não atinge apenas os jornalistas que trabalham na Folha, familiarizados com a simbologia da Página 2, onde germinou a extraordinária ascensão do jornal em junho de 1975. A presença de Sarney nesta página é afronta gremial, corporativa, mexe com os brios dos profissionais brasileiros empenhados em fazer do jornalismo o ofício da decência e da consciência.
Apesar do maciço monolitismo que domina a grande imprensa, a Folha de S.Paulo conseguiu a façanha de ficar sozinha no incrível apego ao ex-presidente da República. Em apenas cinco meses, depois de uma controversa carreira de mais de meio século, o senador converteu-se em unanimidade nacional: o mar de lama que afoga nosso Legislativo é fruto da sua leniência e da sua complacência com a malfeitoria e a prevaricação.
A direção da Folha sabe disso, há tempos admite que a permanência de Sarney no seu quadro de colaboradores e amigos respinga na sua imagem nódoas indesejáveis, compromete a sua história, coloca suspeições onde só deveria existir transparência.
Os responsáveis pelos destinos da Folha, agarrados às birras juvenis, perderam uma magnífica oportunidade de dissociar-se da figura de Sarney em fevereiro, quando foi novamente alçado à presidência da Câmara Alta e à chefia do Legislativo. Outros colaboradores com currículos mais respeitáveis e em posições potencialmente menos conflituosas foram afastados sem dor, com naturalidade. Sobretudo sem ruído.
Atração fatal
No caso de Sarney, há uma estranha e perturbadora atração, verdadeira atração fatal: o jornal que se jacta de ter o rabo preso com o leitor tem o dito-cujo preso com o destino do parlamentar que no momento encarna a degradação do processo político.
Os estrategistas da Folha imaginaram que seria possível mantê-la distante das estripulias do senador. Quando os seus concorrentes Estado de S.Paulo e, logo em seguida, O Globo começaram a desvendar a incrível novela dos atos secretos, evidenciou-se que a Folha – como, aliás, era previsto – encalacrava-se junto com o seu dileto articulista.
O furo com a denúncia dos 300 atos clandestinos coube aos repórteres Rosa Costa e Leandro Colon, do Estadão, na quarta-feira (10/6). Surpreendidos, Folha e Globo entraram com naturalidade no assunto na edição seguinte (quinta, 11/6). Vocacionada para protagonismos, imaginava-se que a Folha logo trataria de ultrapassar o Estadão.
Quem se juntou ao Estadão foi O Globo, na sexta-feira (12/6), em reportagem de Gerson Camarotti: os atos secretos não eram 300, mas quase o dobro – 500. A Folha ficou visivelmente para trás. Neste dia, na discreta chamada na capa, o jornal explica que uma comissão examina desde 1995 os privilégios produzidos pelos atos secretos.
Sarney fora da pauta
Para disfarçar o desconforto, a Folha opinou no sábado, mas distanciou o escândalo da pessoa de Sarney: "Senado secreto" foi o título do principal editorial da Página 2. O nome do fiel colaborador não aparece uma única vez, embora aparecesse com destaque no noticiário dos dias anteriores.
O Estadão também opinou no sábado, mas ao contrario da delicadeza do concorrente entrou de sola com um editorial sob o título "Corrupção secreta". O envolvimento de José Sarney é detalhado num extenso parágrafo.
Quem tocou na complicada relação de Sarney-Folha foi o colunista Clóvis Rossi, o mais antigo da Página 2, que na edição de domingo (14/6) desculpa-se pelo atraso em entrar no assunto:
"A demora não se deve, creia-me [dirigindo-se ao leitor], à preguiça, à desatenção ou ao desejo de preservar o colega do espaço ao lado nas sextas feiras, o senador José Sarney, ao contrário do que suspeitam alguns leitores."
A demora deveu-se, segundo o jornalista, à incredulidade:
"...o que há mais para dizer sobre um caso destas proporções? Xingar a mãe?"
O libelo encerra-se com dinamite pura:
"O pior é que não tem saída, porque a saída depende dos próprios senadores, cúmplices, por ação ou omissão, do aparelho clandestino que era uma Casa de Leis".
Sarney está ferrado: a Folha jamais admitiria desvencilhar-se de um incômodo parceiro apenas para satisfazer "alguns leitores" exigentes e inconformados. Agora, com o decisivo empurrão assinado e avalizado pelo mais antigo articulista da Dois, está armado e acionado o cronograma para a saída de José Sarney da Folha de S.Paulo. Aleluia!
Clóvis Rossi merece um prêmio pela façanha.
Por Alberto Dines em 16/6/2009
Não são poucos os jornalistas que se sentirão aliviados no dia em que a Folha de S.Paulo anunciar que José Sarney, seu colaborador das sextas-feiras, licenciou-se, aposentou-se ou ganhou o Nobel de Literatura e, por isso, deixará o jornal.
O vexame não atinge apenas os jornalistas que trabalham na Folha, familiarizados com a simbologia da Página 2, onde germinou a extraordinária ascensão do jornal em junho de 1975. A presença de Sarney nesta página é afronta gremial, corporativa, mexe com os brios dos profissionais brasileiros empenhados em fazer do jornalismo o ofício da decência e da consciência.
Apesar do maciço monolitismo que domina a grande imprensa, a Folha de S.Paulo conseguiu a façanha de ficar sozinha no incrível apego ao ex-presidente da República. Em apenas cinco meses, depois de uma controversa carreira de mais de meio século, o senador converteu-se em unanimidade nacional: o mar de lama que afoga nosso Legislativo é fruto da sua leniência e da sua complacência com a malfeitoria e a prevaricação.
A direção da Folha sabe disso, há tempos admite que a permanência de Sarney no seu quadro de colaboradores e amigos respinga na sua imagem nódoas indesejáveis, compromete a sua história, coloca suspeições onde só deveria existir transparência.
Os responsáveis pelos destinos da Folha, agarrados às birras juvenis, perderam uma magnífica oportunidade de dissociar-se da figura de Sarney em fevereiro, quando foi novamente alçado à presidência da Câmara Alta e à chefia do Legislativo. Outros colaboradores com currículos mais respeitáveis e em posições potencialmente menos conflituosas foram afastados sem dor, com naturalidade. Sobretudo sem ruído.
Atração fatal
No caso de Sarney, há uma estranha e perturbadora atração, verdadeira atração fatal: o jornal que se jacta de ter o rabo preso com o leitor tem o dito-cujo preso com o destino do parlamentar que no momento encarna a degradação do processo político.
Os estrategistas da Folha imaginaram que seria possível mantê-la distante das estripulias do senador. Quando os seus concorrentes Estado de S.Paulo e, logo em seguida, O Globo começaram a desvendar a incrível novela dos atos secretos, evidenciou-se que a Folha – como, aliás, era previsto – encalacrava-se junto com o seu dileto articulista.
O furo com a denúncia dos 300 atos clandestinos coube aos repórteres Rosa Costa e Leandro Colon, do Estadão, na quarta-feira (10/6). Surpreendidos, Folha e Globo entraram com naturalidade no assunto na edição seguinte (quinta, 11/6). Vocacionada para protagonismos, imaginava-se que a Folha logo trataria de ultrapassar o Estadão.
Quem se juntou ao Estadão foi O Globo, na sexta-feira (12/6), em reportagem de Gerson Camarotti: os atos secretos não eram 300, mas quase o dobro – 500. A Folha ficou visivelmente para trás. Neste dia, na discreta chamada na capa, o jornal explica que uma comissão examina desde 1995 os privilégios produzidos pelos atos secretos.
Sarney fora da pauta
Para disfarçar o desconforto, a Folha opinou no sábado, mas distanciou o escândalo da pessoa de Sarney: "Senado secreto" foi o título do principal editorial da Página 2. O nome do fiel colaborador não aparece uma única vez, embora aparecesse com destaque no noticiário dos dias anteriores.
O Estadão também opinou no sábado, mas ao contrario da delicadeza do concorrente entrou de sola com um editorial sob o título "Corrupção secreta". O envolvimento de José Sarney é detalhado num extenso parágrafo.
Quem tocou na complicada relação de Sarney-Folha foi o colunista Clóvis Rossi, o mais antigo da Página 2, que na edição de domingo (14/6) desculpa-se pelo atraso em entrar no assunto:
"A demora não se deve, creia-me [dirigindo-se ao leitor], à preguiça, à desatenção ou ao desejo de preservar o colega do espaço ao lado nas sextas feiras, o senador José Sarney, ao contrário do que suspeitam alguns leitores."
A demora deveu-se, segundo o jornalista, à incredulidade:
"...o que há mais para dizer sobre um caso destas proporções? Xingar a mãe?"
O libelo encerra-se com dinamite pura:
"O pior é que não tem saída, porque a saída depende dos próprios senadores, cúmplices, por ação ou omissão, do aparelho clandestino que era uma Casa de Leis".
Sarney está ferrado: a Folha jamais admitiria desvencilhar-se de um incômodo parceiro apenas para satisfazer "alguns leitores" exigentes e inconformados. Agora, com o decisivo empurrão assinado e avalizado pelo mais antigo articulista da Dois, está armado e acionado o cronograma para a saída de José Sarney da Folha de S.Paulo. Aleluia!
Clóvis Rossi merece um prêmio pela façanha.
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terça-feira, 16 de junho de 2009
PIRATARIA NA WEBComo proteger o direito autoral
PIRATARIA NA WEBComo proteger o direito autoral
Por Leneide Duarte-Plon, de Paris em 16/6/2009
Como proteger os direitos autorais e preservar a remuneração dos artistas na era da internet, quando a pirataria corre solta na web? Esse é um quebra-cabeças que preocupa legisladores do mundo inteiro. Na última semana, numa reunião internacional realizada em Washington, produtores de música e cinema debateram pelo segundo ano consecutivo (ano passado, o encontro foi em Bruxelas) uma forma de proteger os artistas por suas obras na era da rede de informação mundial. Nesse fórum, os participantes trocaram informações entusiasmados com a lei francesa recém-aprovada. Milos Forman chegou a citar a França como um exemplo a ser seguido (ver, neste Observatório, "Lei francesa só punirá os desinformados").
Os franceses criaram a lei "Criação e internet" que ficou conhecida pelo apelido de Hadopi, sigla de "Haute Autorité pour la diffusion des oeuvres et la protection des droits sur Internet". Essa entidade denominada "Alta Autoridade" seria criada pela lei e se encarregaria de controlar o uso da rede e distribuir as sanções.
Acontece que a lei, adotada no dia 13 de maio pelo Parlamento, foi censurada em dois artigos pelo Conselho Constitucional, no dia 10 de junho (ver "Conselho Constitucional questiona lei francesa"). Além de zelar pela constitucionalidade das leis, o Conselho defende as liberdades fundamentais na França. Invocou até mesmo a Declaração dos Direitos Humanos de 1789 (da Revolução Francesa) para reiterar que considera "a livre comunicação do pensamento e da opinião como um dos direitos mais preciosos". No seu parecer, o Conselho Constitucional diz ainda que "a importância que os serviços online têm hoje para a participação na vida democrática e expressão de idéias e opiniões implica uma liberdade de acesso à internet".
Uma lei meio maluca
Os notáveis do Conselho, do qual fazem parte dois ex-presidentes, Giscard d´Estaing e Jacques Chirac, consideraram que limitar essa liberdade não poderia, como previsto anteriormente na lei, ser função de uma "alta autoridade" administrativa. Essa função só poderia caber a um juiz. Antes do Conselho, os deputados europeus já tinham dado um parecer semelhante: por 407 votos contra 57 e 10 abstenções, eles tinham considerado em maio que a liberdade de acesso dos internautas não poderia ser sancionada (no caso de haver pirataria), a não por decisão judiciária.
Além disso, o Conselho julgou que obrigar o internauta a provar que ele não era o responsável pelo eventual ato de pirataria feito no seu computador era introduzir uma "presunção de culpa", contrária ao princípio fundamental do direito francês da "presunção de inocência". Um constitucionalista chegou a argumentar em off: "A lei era meio maluca. Ela dizia: Você baixou ilegalmente. Não? Então prove. Ora, não se pode inverter o ônus da prova."
As emendas à lei para torná-la constitucional deverão durar mais alguns dias, antes do recesso de verão. O presidente Sarkozy e sua ministra da Cultura, Christine Albanel, vão fazer tudo para aparar as arestas e tentar colocar a lei em aplicação o mais breve possível para alívio da classe artística e dos produtores de discos e filmes
Por Leneide Duarte-Plon, de Paris em 16/6/2009
Como proteger os direitos autorais e preservar a remuneração dos artistas na era da internet, quando a pirataria corre solta na web? Esse é um quebra-cabeças que preocupa legisladores do mundo inteiro. Na última semana, numa reunião internacional realizada em Washington, produtores de música e cinema debateram pelo segundo ano consecutivo (ano passado, o encontro foi em Bruxelas) uma forma de proteger os artistas por suas obras na era da rede de informação mundial. Nesse fórum, os participantes trocaram informações entusiasmados com a lei francesa recém-aprovada. Milos Forman chegou a citar a França como um exemplo a ser seguido (ver, neste Observatório, "Lei francesa só punirá os desinformados").
Os franceses criaram a lei "Criação e internet" que ficou conhecida pelo apelido de Hadopi, sigla de "Haute Autorité pour la diffusion des oeuvres et la protection des droits sur Internet". Essa entidade denominada "Alta Autoridade" seria criada pela lei e se encarregaria de controlar o uso da rede e distribuir as sanções.
Acontece que a lei, adotada no dia 13 de maio pelo Parlamento, foi censurada em dois artigos pelo Conselho Constitucional, no dia 10 de junho (ver "Conselho Constitucional questiona lei francesa"). Além de zelar pela constitucionalidade das leis, o Conselho defende as liberdades fundamentais na França. Invocou até mesmo a Declaração dos Direitos Humanos de 1789 (da Revolução Francesa) para reiterar que considera "a livre comunicação do pensamento e da opinião como um dos direitos mais preciosos". No seu parecer, o Conselho Constitucional diz ainda que "a importância que os serviços online têm hoje para a participação na vida democrática e expressão de idéias e opiniões implica uma liberdade de acesso à internet".
Uma lei meio maluca
Os notáveis do Conselho, do qual fazem parte dois ex-presidentes, Giscard d´Estaing e Jacques Chirac, consideraram que limitar essa liberdade não poderia, como previsto anteriormente na lei, ser função de uma "alta autoridade" administrativa. Essa função só poderia caber a um juiz. Antes do Conselho, os deputados europeus já tinham dado um parecer semelhante: por 407 votos contra 57 e 10 abstenções, eles tinham considerado em maio que a liberdade de acesso dos internautas não poderia ser sancionada (no caso de haver pirataria), a não por decisão judiciária.
Além disso, o Conselho julgou que obrigar o internauta a provar que ele não era o responsável pelo eventual ato de pirataria feito no seu computador era introduzir uma "presunção de culpa", contrária ao princípio fundamental do direito francês da "presunção de inocência". Um constitucionalista chegou a argumentar em off: "A lei era meio maluca. Ela dizia: Você baixou ilegalmente. Não? Então prove. Ora, não se pode inverter o ônus da prova."
As emendas à lei para torná-la constitucional deverão durar mais alguns dias, antes do recesso de verão. O presidente Sarkozy e sua ministra da Cultura, Christine Albanel, vão fazer tudo para aparar as arestas e tentar colocar a lei em aplicação o mais breve possível para alívio da classe artística e dos produtores de discos e filmes
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Usuários politizam blog da Petrobras
Usuários politizam blog da Petrobras
Postado por Carlos Castilho em 15/6/2009 às 4:06:44 PM
O blog da Petrobras deixou de ser apenas palco de uma polêmica entre a empresa e os quatro grandes jornais brasileiros (Folha de S.Paulo, Estado de S.Paulo, Globo e Valor Econômico) para se tornar também uma espécie de speaker’s corner[1] virtual .
Desde quando a Petrobras começou a reproduzir no blog Fatos e Dados as entrevistas e informações fornecidas à imprensa, já foram publicados quase mil comentários de leitores, um número surpreendente para um blog corporativo voltado para jornalistas e assessorias.
Se a este total forem somados também os comentários postados nos principais blogs jornalísticos e políticos do eixo Rio-São Paulo-Brasília ficam evidentes três processos em curso:
1) A acelerada politização da blogosfera;
2) A perda de controle sobre os comentários;
3) E a predominância de posicionamentos críticos em relação aos grandes jornais brasileiros.
Querendo ou não, a Petrobras foi transformada num ator político pelos comentaristas do blog da empresa. Foi também levada à condição de pretexto para uma nova catarse de leitores descontentes com a performance dos jornais brasileiros e novo paradigma nas relações entre corporações e a mídia.
A Petrobras está pagando o preço de quase todos os blogs bem sucedidos, aqui e no exterior, em que uma das principais conseqüências do sucesso é a perda parcial do controle sobre o uso da página, mesmo nos casos de comentários monitorados antes da publicação.
Esta é uma característica ainda pouco estudada dos principais espaços para debates na Web. A perda de controle aparece até mesmo nas chamadas redes sociais, como atestam casos recentes de rebeliões de usuários de sites como Digg, Facebook e Twitter. Eles impediram as empresas de mudar unilateralmente as regras de relacionamento com o público.
No caso da Petrobras, o blog rendeu bons dividendos ao conquistar as simpatias de um segmento do público mais politizado, mas a perda de controle sobre os comentários pode gerar problemas para a empresa no período pré-eleitoral. Por isto não pode ser descartada a hipótese de a companhia recuar, frustrando os seus simpatizantes.
É grande a diferença entre empresas que usam a blogosfera e as que vivem nela. A Petrobras pode fechar o blog sem que sua atividade central seja prejudicada, já as empresas que administram redes sociais, ou que sobrevivem com conteúdos produzidos pelo público, podem simplesmente sucumbir a uma debandada geral de usuários.
A polêmica em torno do blog da Petrobras mostra o peso que passou a ter este universo de aproximadamente 1 milhão de brasileiros que circulam pela blogosfera tupiniquim. Eles se tornaram politicamente mais ativos graças às ferramentas digitais e agora começam a se transformar numa nova e imprevisível força política.
[1] Speaker’s corner, é um local no Hyde Park, em Londres, onde desde o final do século XIX, qualquer pessoa pode subir num caixote de madeira e discursar sobre o que bem entender.
Postado por Carlos Castilho em 15/6/2009 às 4:06:44 PM
O blog da Petrobras deixou de ser apenas palco de uma polêmica entre a empresa e os quatro grandes jornais brasileiros (Folha de S.Paulo, Estado de S.Paulo, Globo e Valor Econômico) para se tornar também uma espécie de speaker’s corner[1] virtual .
Desde quando a Petrobras começou a reproduzir no blog Fatos e Dados as entrevistas e informações fornecidas à imprensa, já foram publicados quase mil comentários de leitores, um número surpreendente para um blog corporativo voltado para jornalistas e assessorias.
Se a este total forem somados também os comentários postados nos principais blogs jornalísticos e políticos do eixo Rio-São Paulo-Brasília ficam evidentes três processos em curso:
1) A acelerada politização da blogosfera;
2) A perda de controle sobre os comentários;
3) E a predominância de posicionamentos críticos em relação aos grandes jornais brasileiros.
Querendo ou não, a Petrobras foi transformada num ator político pelos comentaristas do blog da empresa. Foi também levada à condição de pretexto para uma nova catarse de leitores descontentes com a performance dos jornais brasileiros e novo paradigma nas relações entre corporações e a mídia.
A Petrobras está pagando o preço de quase todos os blogs bem sucedidos, aqui e no exterior, em que uma das principais conseqüências do sucesso é a perda parcial do controle sobre o uso da página, mesmo nos casos de comentários monitorados antes da publicação.
Esta é uma característica ainda pouco estudada dos principais espaços para debates na Web. A perda de controle aparece até mesmo nas chamadas redes sociais, como atestam casos recentes de rebeliões de usuários de sites como Digg, Facebook e Twitter. Eles impediram as empresas de mudar unilateralmente as regras de relacionamento com o público.
No caso da Petrobras, o blog rendeu bons dividendos ao conquistar as simpatias de um segmento do público mais politizado, mas a perda de controle sobre os comentários pode gerar problemas para a empresa no período pré-eleitoral. Por isto não pode ser descartada a hipótese de a companhia recuar, frustrando os seus simpatizantes.
É grande a diferença entre empresas que usam a blogosfera e as que vivem nela. A Petrobras pode fechar o blog sem que sua atividade central seja prejudicada, já as empresas que administram redes sociais, ou que sobrevivem com conteúdos produzidos pelo público, podem simplesmente sucumbir a uma debandada geral de usuários.
A polêmica em torno do blog da Petrobras mostra o peso que passou a ter este universo de aproximadamente 1 milhão de brasileiros que circulam pela blogosfera tupiniquim. Eles se tornaram politicamente mais ativos graças às ferramentas digitais e agora começam a se transformar numa nova e imprevisível força política.
[1] Speaker’s corner, é um local no Hyde Park, em Londres, onde desde o final do século XIX, qualquer pessoa pode subir num caixote de madeira e discursar sobre o que bem entender.
Um desafio amazônico
Um desafio amazônico
Por Luciano Martins Costa em 16/6/2009
Comentário para o programa radiofônico do OI, 16/6/2009
A imprensa finalmente produziu um trabalho sobre a Amazônia capaz de esclarecer o leitor sobre a necessidade de políticas eficientes, integradas e de longo prazo para a preservação da floresta, do cerrado e do patrimônio que guardam.
A reportagem em questão explica a importância de preservar as imensas extensões florestais do Brasil: elas absorvem uma quantidade impressionante de carbono, e sua derrubada representa 20% das emissões mundiais de gases nocivos. Na ponta do lápis, interromper o desmatamento poderia ser a melhor maneira de cortar as emissões de gases que produzem o aquecimento global.
Seria uma solução mais rápida, mais eficiente e mais duradoura do que as outras medidas que estão em progressão lenta, como a substituição das fontes de energia e de combustíveis, que vão levar anos e custar bilhões.
O texto citado aborda ainda as melhores políticas para assegurar a preservação do patrimônio florestal da Amazônia, resumidas em duas frentes: estabelecer claramente os direitos de propriedade na região, com as devidas responsabilidades, e remunerar os proprietários por preservar as árvores.
Se essas políticas podem funcionar em algum país, esse país é o Brasil, que possui 60% das florestas tropicais do planeta.
Leitura útil
A reportagem entra também na importância estratégica que tem a preservação da floresta para o Brasil, no momento em que se lança como candidato a protagonista no cenário global: a devastação causa tremendo dano à reputação do país que é o pioneiro em fontes renováveis de combustíveis e, principalmente, a destruição da floresta ameaça alterar o sistema climático que viabiliza o Brasil como um dos maiores exportadores mundiais de produtos agrícolas.
Essa reportagem está disponível para o público.
Ela esclarece que 40% do território amazônico no Brasil é ocupado por reservas indígenas e parques nacionais, áreas legalmente protegidas mas permanentemente ameaçadas por causa da falta de regularização fundiária e pelo avanço da pecuária e outras atividades predatórias.
A reportagem em questão entra ainda na análise da Medida Provisória 458, aprovada com alterações pelo Congresso Nacional e que pretende legalizar a propriedade privada das terras na Amazônia.
É leitura muito útil para entender a questão amazônica. Pena que não esteja disponível na grande imprensa nacional. Essa reportagem está publicada na presente edição da revista britânica The Economist (ver aqui e aqui, em inglês).
Amazônia aos pedaços
A imprensa brasileira ainda trata a Amazônia no varejo, pontualmente. Quando produz uma edição especial, é quase sempre sobre as belezas naturais, quase como guias de turismo cheias de ufanismo, com belas fotografias, sobre um patrimônio que corre sério risco de desaparecer. Raramente se pode ver, na imprensa nacional, uma reportagem ambiciosa como a da Economist desta semana.
Na edição de terça-feira (16/6), por exemplo, o Estado de S.Paulo traz a análise de um estudo apontanto a importância das unidades de conservação para impedir a crescente transformação da floresta em savanas. O estudo foi publicado originalmente numa revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
O Globo publicou no domingo (14/6) estudo do Instituto Imazon demonstrando que apenas 14% dos crimes ambientais foram punidos na Justiça, no período de 1997 a 2006. Mais recentemente, observa o jornal carioca, a legislação se tornou mais rigorosa, reduzindo prazos para recursos e criando a possibilidade de apreensão e leilão de gado e madeira de origem ilegal.
Na terça-feira (16), o Globo informa que o ministro do Meio Ambiente está pedindo ao Supremo Tribunal Federal a criação de varas especializadas para o julgamento de crimes ambientais. Nos últimos dias, a imprensa nacional também noticiou que o Conselho Monetário Nacional cortou o crédito de quem pratica crimes ambientais e citou o caso das empresas que vendem carne originária de fazendas ilegais da Amazônia. No entanto, nenhum desses temas teve uma sequência ou mereceu uma edição mais ambiciosa.
Os jornais e revistas brasileiros evitam tratar a questão amazônica de maneira abrangente, como fez a britânica The Economist. Talvez porque isso implique colocar em discussão o papel do agronegócio na destruição da floresta.
O agronegócio é grande anunciante e importante aliado político no sistema de poder que a imprensa representa. Ou talvez seja apenas falta de visão-OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
Por Luciano Martins Costa em 16/6/2009
Comentário para o programa radiofônico do OI, 16/6/2009
A imprensa finalmente produziu um trabalho sobre a Amazônia capaz de esclarecer o leitor sobre a necessidade de políticas eficientes, integradas e de longo prazo para a preservação da floresta, do cerrado e do patrimônio que guardam.
A reportagem em questão explica a importância de preservar as imensas extensões florestais do Brasil: elas absorvem uma quantidade impressionante de carbono, e sua derrubada representa 20% das emissões mundiais de gases nocivos. Na ponta do lápis, interromper o desmatamento poderia ser a melhor maneira de cortar as emissões de gases que produzem o aquecimento global.
Seria uma solução mais rápida, mais eficiente e mais duradoura do que as outras medidas que estão em progressão lenta, como a substituição das fontes de energia e de combustíveis, que vão levar anos e custar bilhões.
O texto citado aborda ainda as melhores políticas para assegurar a preservação do patrimônio florestal da Amazônia, resumidas em duas frentes: estabelecer claramente os direitos de propriedade na região, com as devidas responsabilidades, e remunerar os proprietários por preservar as árvores.
Se essas políticas podem funcionar em algum país, esse país é o Brasil, que possui 60% das florestas tropicais do planeta.
Leitura útil
A reportagem entra também na importância estratégica que tem a preservação da floresta para o Brasil, no momento em que se lança como candidato a protagonista no cenário global: a devastação causa tremendo dano à reputação do país que é o pioneiro em fontes renováveis de combustíveis e, principalmente, a destruição da floresta ameaça alterar o sistema climático que viabiliza o Brasil como um dos maiores exportadores mundiais de produtos agrícolas.
Essa reportagem está disponível para o público.
Ela esclarece que 40% do território amazônico no Brasil é ocupado por reservas indígenas e parques nacionais, áreas legalmente protegidas mas permanentemente ameaçadas por causa da falta de regularização fundiária e pelo avanço da pecuária e outras atividades predatórias.
A reportagem em questão entra ainda na análise da Medida Provisória 458, aprovada com alterações pelo Congresso Nacional e que pretende legalizar a propriedade privada das terras na Amazônia.
É leitura muito útil para entender a questão amazônica. Pena que não esteja disponível na grande imprensa nacional. Essa reportagem está publicada na presente edição da revista britânica The Economist (ver aqui e aqui, em inglês).
Amazônia aos pedaços
A imprensa brasileira ainda trata a Amazônia no varejo, pontualmente. Quando produz uma edição especial, é quase sempre sobre as belezas naturais, quase como guias de turismo cheias de ufanismo, com belas fotografias, sobre um patrimônio que corre sério risco de desaparecer. Raramente se pode ver, na imprensa nacional, uma reportagem ambiciosa como a da Economist desta semana.
Na edição de terça-feira (16/6), por exemplo, o Estado de S.Paulo traz a análise de um estudo apontanto a importância das unidades de conservação para impedir a crescente transformação da floresta em savanas. O estudo foi publicado originalmente numa revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
O Globo publicou no domingo (14/6) estudo do Instituto Imazon demonstrando que apenas 14% dos crimes ambientais foram punidos na Justiça, no período de 1997 a 2006. Mais recentemente, observa o jornal carioca, a legislação se tornou mais rigorosa, reduzindo prazos para recursos e criando a possibilidade de apreensão e leilão de gado e madeira de origem ilegal.
Na terça-feira (16), o Globo informa que o ministro do Meio Ambiente está pedindo ao Supremo Tribunal Federal a criação de varas especializadas para o julgamento de crimes ambientais. Nos últimos dias, a imprensa nacional também noticiou que o Conselho Monetário Nacional cortou o crédito de quem pratica crimes ambientais e citou o caso das empresas que vendem carne originária de fazendas ilegais da Amazônia. No entanto, nenhum desses temas teve uma sequência ou mereceu uma edição mais ambiciosa.
Os jornais e revistas brasileiros evitam tratar a questão amazônica de maneira abrangente, como fez a britânica The Economist. Talvez porque isso implique colocar em discussão o papel do agronegócio na destruição da floresta.
O agronegócio é grande anunciante e importante aliado político no sistema de poder que a imprensa representa. Ou talvez seja apenas falta de visão-OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA
Veja a lista das universidades federais que aderiram ao Enem
40 instituições
Veja a lista das universidades federais que aderiram ao Enem
Confira de que forma cada universidade vai utilizar o novo Enem em seus processos seletivos de 2009
16 Jun 2009 - 16h39min
Mais três universidades federais confirmaram a adesão ao novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), segundo balanço atualizado do Ministério da Educação. A Universidade Federal do Acre (Ufac) e a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) utilizarão o Enem a partir de 2009 para preenchimento de vagas remanescentes. Já a Universidade Federal do Tocantins (UFT) preencherá 25% das vagas do processo seletivo pelo Enem. Com as novas adesões, o número de instituições que utilizarão o exame em substituição total ou parcial a seus processos seletivos, ainda em 2009, chegou a 40, representando 72% do total. Outra mudança no mapa de adesões foi na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). A instituição já utilizava o Enem para compor a nota do vestibular, mas agora decidiu que o exame vai substituir a primeira fase do processo seletivo já em 2009. O ministério apresentou quatro opções de adesão às instituições. Elas poderão utilizar o Enem como prova única; como primeira fase, ficando a segunda a cargo da instituição; combinando a nota do Enem à do vestibular tradicional ou para seleção de estudantes para vagas remanescentes. Além das 40 instituições que aderem em 2009, mais quatro passarão a utilizar o exame a partir de 2010 ou 2011: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Universidade Federal do Pampa (Unipampa). As inscrições para o novo Enem foram abertas ontem (15) e seguem até 17 de julho. O processo será feito exclusivamente pela internet. Até às 10h de hoje, foram registradas mais de 240 mil inscrições. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 4 de outubro em mais de 1.600 municípios. Mais informações no site do exame ou pelo telefone 0800 61 61 61. Confira abaixo de que forma cada universidade vai utilizar o novo Enem em seus processos seletivos de 2009: Norte 1. Universidade Federal do Amazonas (Ufam): A nota do Enem será usada como fase única para preencher 50% das vagas. 2. Universidade Federal do Acre (Ufac): Utiliza o Enem a partir de 2009 para preencher as vagas remanescentes. 3. Universidade Federal do Tocantins (UFT): Utilizará o exame como fase única para preencher 25% das vagas. Nordeste 4. Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf): Adota o Enem como fase única e para vagas remanescentes. 5. Universidade Federal da Bahia (UFBA): Adota como fase única para os cursos da modalidade Bacharelado Interdisciplinar e o curso superior de tecnologia. 6. Universidade Federal de Sergipe (UFS): Vai utilizar o novo Enem para preenchimento de vagas remanescentes. 7. Universidade Federal do Maranhão (UFMA): Adota o Enem como fase única e para vagas remanescentes. 8. Universidade Federal do Piauí (UFPI): Adota como fase única para 50% das vagas e para preencher vagas remanescentes. 9. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE): Adota o Enem como primeira fase. 10. Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE): Adota o Enem em fase única e para preenchimento de vagas remanescentes. 11. Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa): Adota o Enem em fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes a partir de 2009. 12. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB): O novo Enem será utilizado como fase única para 70% das vagas ofertadas e na composição da nota do aluno para os 30% de vagas restantes. As vagas remanescentes também serão preenchidas pelo Enem. 13. Universidade Federal de Campina Grande (UFCG): Utilizará o novo Enem para preenchimento de vagas remanescentes. 14. Universidade Federal de Alagoas (Ufal): Em 2009 vai usar o novo Enem para preencher vagas remanescentes. A partir de 2011, o exame vai substituir o vestibular. Centro-Oeste 15. Universidade Federal de Goiás (UFG): Já utiliza 20% da nota do Enem na primeira fase do vestibular. 16. Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT): Já utiliza 20% da nota do Enem combinada ao resultado do vestibular tradicional. 17. Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS): Adota o Enem como primeira fase e para o preenchimento de vagas remanescentes. 18. Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD): Adota o Enem apenas para o preenchimento de vagas remanescentes. A parti de 2011, o exame será utilizado como fase única para preencher um percentual específico das vagas, ainda a ser definido. Sudeste 19. Universidade Federal do ABC (UFABC): Adota o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes. 20. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp): Todos os cursos adotam o Enem pelo menos como primeira fase e para o preenchimento de vagas remanescentes. 21. Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM): O Enem será utilizado como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo, além das vagas remanescentes. 22. Universidade Federal de Viçosa (UFV): O Enem vai compor 50% da nota do vestibular e será adotado como critério para preencher as vagas remanescentes. 23. Universidade Federal Fluminense (UFF): O Enem será utilizado para compor 50% da nota da primeira fase. A nota do exame também servirá como bônus de 10% a 15% para a nota da segunda fase de alunos das redes públicas. 24. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ): Adota como fase única e para o preenchimento das vagas remanescentes. 25. Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes): Aprovou o uso do Enem como primeira fase. 26. Universidade Federal de Alfenas (Unifal): Adota o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes. 27. Universidade Federal de Itajubá (Unifei): Adota o Enem como primeira fase. 28. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF): O aluno poderá optar entre usar a nota do Enem na primeira fase ou fazer o vestibular tradicional. 29. Universidade Federal de Lavras (UFLA): O Enem será utilizado como fase única. 30. Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop): Já em 2009 vai adotar o Enem como primeira fase do vestibular. 31. Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ): De 10% a 25 % das vagas serão preenchidas pelo Enem, como fase única. O exame também será utlizado para preenchimento de vagas remanescentes. 32. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio): Adota o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes. 33. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): Adota o Enem como primeira fase. 34. Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM): Já utiliza o Enem para compor 20% da nota da primeira fase do vestibular. Sul 35. Universidade Federal do Rio Grande (Furg): O Enem vai compor 50% da nota do vestibular. Também será utilizado para preenchimento de vagas remanescentes 36. Universidade Federal de Pelotas (UFPel): Adota o Enem em fase única e para as vagas remanescentes. 37. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): O Enem vai compor 20% da nota do candidato. O aluno poderá optar por utilizar ou não a nota do exame no processo seletivo. 38. Universidade Federal do Paraná (UFPR): A nota do processo seletivo será composta pela combinação do resultado do Enem (10%) e do vestibular tradicional (90%). 39. Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR): Adota o Enem em fase única. 40. Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA): Adota o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes. Universidades Novas* (que aguardam aprovação pelo Congresso para entrar em funcionamento): * Todas adotam como fase única - Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) - Universidade Federal da Integração Amazônica (Uniam) - Universidade Luso Afro-Brasileira (Unilab) - Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
Agência Brasil/Jornal O POVO.
Veja a lista das universidades federais que aderiram ao Enem
Confira de que forma cada universidade vai utilizar o novo Enem em seus processos seletivos de 2009
16 Jun 2009 - 16h39min
Mais três universidades federais confirmaram a adesão ao novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), segundo balanço atualizado do Ministério da Educação. A Universidade Federal do Acre (Ufac) e a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) utilizarão o Enem a partir de 2009 para preenchimento de vagas remanescentes. Já a Universidade Federal do Tocantins (UFT) preencherá 25% das vagas do processo seletivo pelo Enem. Com as novas adesões, o número de instituições que utilizarão o exame em substituição total ou parcial a seus processos seletivos, ainda em 2009, chegou a 40, representando 72% do total. Outra mudança no mapa de adesões foi na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). A instituição já utilizava o Enem para compor a nota do vestibular, mas agora decidiu que o exame vai substituir a primeira fase do processo seletivo já em 2009. O ministério apresentou quatro opções de adesão às instituições. Elas poderão utilizar o Enem como prova única; como primeira fase, ficando a segunda a cargo da instituição; combinando a nota do Enem à do vestibular tradicional ou para seleção de estudantes para vagas remanescentes. Além das 40 instituições que aderem em 2009, mais quatro passarão a utilizar o exame a partir de 2010 ou 2011: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Universidade Federal do Pampa (Unipampa). As inscrições para o novo Enem foram abertas ontem (15) e seguem até 17 de julho. O processo será feito exclusivamente pela internet. Até às 10h de hoje, foram registradas mais de 240 mil inscrições. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 4 de outubro em mais de 1.600 municípios. Mais informações no site do exame ou pelo telefone 0800 61 61 61. Confira abaixo de que forma cada universidade vai utilizar o novo Enem em seus processos seletivos de 2009: Norte 1. Universidade Federal do Amazonas (Ufam): A nota do Enem será usada como fase única para preencher 50% das vagas. 2. Universidade Federal do Acre (Ufac): Utiliza o Enem a partir de 2009 para preencher as vagas remanescentes. 3. Universidade Federal do Tocantins (UFT): Utilizará o exame como fase única para preencher 25% das vagas. Nordeste 4. Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf): Adota o Enem como fase única e para vagas remanescentes. 5. Universidade Federal da Bahia (UFBA): Adota como fase única para os cursos da modalidade Bacharelado Interdisciplinar e o curso superior de tecnologia. 6. Universidade Federal de Sergipe (UFS): Vai utilizar o novo Enem para preenchimento de vagas remanescentes. 7. Universidade Federal do Maranhão (UFMA): Adota o Enem como fase única e para vagas remanescentes. 8. Universidade Federal do Piauí (UFPI): Adota como fase única para 50% das vagas e para preencher vagas remanescentes. 9. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE): Adota o Enem como primeira fase. 10. Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE): Adota o Enem em fase única e para preenchimento de vagas remanescentes. 11. Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa): Adota o Enem em fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes a partir de 2009. 12. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB): O novo Enem será utilizado como fase única para 70% das vagas ofertadas e na composição da nota do aluno para os 30% de vagas restantes. As vagas remanescentes também serão preenchidas pelo Enem. 13. Universidade Federal de Campina Grande (UFCG): Utilizará o novo Enem para preenchimento de vagas remanescentes. 14. Universidade Federal de Alagoas (Ufal): Em 2009 vai usar o novo Enem para preencher vagas remanescentes. A partir de 2011, o exame vai substituir o vestibular. Centro-Oeste 15. Universidade Federal de Goiás (UFG): Já utiliza 20% da nota do Enem na primeira fase do vestibular. 16. Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT): Já utiliza 20% da nota do Enem combinada ao resultado do vestibular tradicional. 17. Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS): Adota o Enem como primeira fase e para o preenchimento de vagas remanescentes. 18. Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD): Adota o Enem apenas para o preenchimento de vagas remanescentes. A parti de 2011, o exame será utilizado como fase única para preencher um percentual específico das vagas, ainda a ser definido. Sudeste 19. Universidade Federal do ABC (UFABC): Adota o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes. 20. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp): Todos os cursos adotam o Enem pelo menos como primeira fase e para o preenchimento de vagas remanescentes. 21. Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM): O Enem será utilizado como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo, além das vagas remanescentes. 22. Universidade Federal de Viçosa (UFV): O Enem vai compor 50% da nota do vestibular e será adotado como critério para preencher as vagas remanescentes. 23. Universidade Federal Fluminense (UFF): O Enem será utilizado para compor 50% da nota da primeira fase. A nota do exame também servirá como bônus de 10% a 15% para a nota da segunda fase de alunos das redes públicas. 24. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ): Adota como fase única e para o preenchimento das vagas remanescentes. 25. Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes): Aprovou o uso do Enem como primeira fase. 26. Universidade Federal de Alfenas (Unifal): Adota o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes. 27. Universidade Federal de Itajubá (Unifei): Adota o Enem como primeira fase. 28. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF): O aluno poderá optar entre usar a nota do Enem na primeira fase ou fazer o vestibular tradicional. 29. Universidade Federal de Lavras (UFLA): O Enem será utilizado como fase única. 30. Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop): Já em 2009 vai adotar o Enem como primeira fase do vestibular. 31. Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ): De 10% a 25 % das vagas serão preenchidas pelo Enem, como fase única. O exame também será utlizado para preenchimento de vagas remanescentes. 32. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio): Adota o Enem como fase única e para preencher vagas remanescentes. 33. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): Adota o Enem como primeira fase. 34. Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM): Já utiliza o Enem para compor 20% da nota da primeira fase do vestibular. Sul 35. Universidade Federal do Rio Grande (Furg): O Enem vai compor 50% da nota do vestibular. Também será utilizado para preenchimento de vagas remanescentes 36. Universidade Federal de Pelotas (UFPel): Adota o Enem em fase única e para as vagas remanescentes. 37. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): O Enem vai compor 20% da nota do candidato. O aluno poderá optar por utilizar ou não a nota do exame no processo seletivo. 38. Universidade Federal do Paraná (UFPR): A nota do processo seletivo será composta pela combinação do resultado do Enem (10%) e do vestibular tradicional (90%). 39. Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR): Adota o Enem em fase única. 40. Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA): Adota o Enem como fase única e para o preenchimento de vagas remanescentes. Universidades Novas* (que aguardam aprovação pelo Congresso para entrar em funcionamento): * Todas adotam como fase única - Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) - Universidade Federal da Integração Amazônica (Uniam) - Universidade Luso Afro-Brasileira (Unilab) - Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)
Agência Brasil/Jornal O POVO.
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